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O futuro dos data centers: a Nuvem Híbrida

As empresas estão reconhecendo que a combinação de infraestrutura de TI híbrida oferece, atualmente, uma opção mais acertada.  



A computação em nuvem é uma realidade nas organizações. Em 2016, o Gartner — uma das maiores autoridades no que diz respeito à Tecnologia da Informação — já afirmava: em 2020, serão tão raras as organizações que não trabalham com cloud computing quanto aquelas que não usam a internet em suas atividades.


A projeção se consolidou e tomou ainda mais fôlego com o cenário gerado pela pandemia do novo coronavírus. Mas a simples adoção da computação em nuvem não é o suficiente.


Com a modernização e evolução dela, há a necessidade de conhecer mais sobre os termos, além de definir as opções que se encaixam melhor e são mais vantajosas para o seu negócio. Cada vez mais focada na missão de atuar de forma estratégica, cabe à área de TI a indicação das soluções mais adequadas para garantir a sobrevivência dos negócios.


Neste contexto, um dos assuntos mais recorrentes do setor atualmente é buscar a resposta para a seguinte pergunta: qual a opção de nuvem mais adequada para as empresas?  


À medida que a nuvem pública e a privada continuam a crescer, as preocupações dos usuários passam a se focar em como é possível escolher entre os dois modelos a forma mais eficiente e adequada para alocar as cargas de trabalho de missão crítica das empresas.  


Como resultado do maior acesso à informação e da dúvida entre os dois modelos, uma tendência observada pelos especialistas é que as empresas estão reconhecendo que a combinação de infraestrutura de TI híbrida oferece, atualmente, uma opção mais acertada.  


Sabe-se que o modelo de nuvem híbrida, de acordo com a Gartner, foi considerado como melhor opção para atender às necessidades das organizações de todos os portes e segmentos, sendo a escolha de 50% dos empresários em todo o mundo até esse ano.


A nuvem pública, até então, é o modelo que apresenta maior adesão por parte das empresas. Neste modelo, os serviços são fornecidos em um ambiente virtualizado, acessível por meio da internet. Na prática, um provedor de serviços compartilha recursos, como aplicativos e armazenamento, com vários clientes. Os custos desse modelo são menores pois a empresa paga pela capacidade utilizada, uma vez que os servidores estão alocados em data centers externos. Esta opção está sendo cada vez mais utilizada como uma extensão do data center e se consolidando como mais uma ferramenta para o deslocamento da carga de trabalho. Soma-se a esse contexto a possibilidade de adotar conjuntamente tecnologias novas, como hiperconvergência e microsserviços.


Uma das desvantagens do modelo é exatamente a relação aos riscos de segurança. No caso da nuvem privada, o controle é totalmente interno. Os servidores estão alocados em data centers na própria organização, o que gera uma maior custo de implantação da infraestrutura de hardware. No entanto, o modelo permite trabalhar com um grande volume de demandas, com um tempo de resposta rápida, além de proporcionar uma proteção maior dos dados sensíveis, já que há controle direto sobre seus ambientes.


Uma das críticas aos ambientes de nuvem pública é que eles não são adequados a todas as empresas sobretudo no que tange à questão de segurança, disponibilidade de aplicações e gestão. Por essa razão, as empresas podem optar por alocar parte de seus centros de dados numa nuvem privada, fazendo uma combinação dos dois modelos.  


Em contrapartida, as nuvens privadas também apresentam algumas desvantagens, como o fato do departamento de TI interno ser o responsável por gerenciar a nuvem, impactando diretamente nos custos de implantação, despesas de pessoal, gestão e manutenção, situações presente no modelo tradicional de TI.  


Com base em informações mais sólidas sobre os prós e contras de cada modelo, a infraestrutura de TI híbrida se apresenta como uma boa opção na atualidade. O modelo combina custos acessíveis e escalabilidade, atributos bastante desejáveis e presentes na nuvem pública, com o que há de melhor no modelo privado, como controle interno de dados e de informações sensíveis, além de garantir velocidade e maior dinamicidade nas operações. O modelo permite que a empresa possa armazenar dados locais e sigilosos em uma nuvem privada, e fazer a transferência deles entre as nuvens.  


A nuvem híbrida seria, portanto, o modelo ideal para todas as empresas, pois permite que os recursos possam ser utilizados de forma local, para as atividades do dia a dia e, para as tarefas de maior complexidade, bastaria apenas alocar seus recursos em um servidor remoto.   A adoção do conceito híbrido ganha ainda mais destaque ao se considerar o aspecto financeiro da decisão, uma vez que permite que as empresas utilizem as vantagens de cada modelo de acordo com as suas necessidades.   Por isso, as organizações têm se dedicado a estudar riscos financeiros de cada modelo e optar pela combinação daqueles que consigam satisfazer a demanda por espaço, velocidade e desempenho, sem colocar em segundo plano a segurança ou o controle.


A ideia então é alocar aplicações e trabalhos locais onde eles se encaixam melhor e podem entregar o melhor resultado possível para o negócio. Ou seja, RACIONALIDADE, um conceito simples e por vezes esquecido pela TI.


Alocar recursos nessa maneira híbrida é uma estratégia de maximizar o valor do negócio, incorporando uma combinação de infraestrutura local e serviços como nuvem.


Essa orquestra de informação deve ser regida de forma coerente com o negócio. Tendo isso em vista, o gestor de TI que trabalha em um ambiente híbrido deve se dedicar a montar uma equipe técnica forte, multidisciplinar, com habilidades de decisão e estratégia, para definir quais serviços incorporar. 


Justamente pelas opções variadas, seu time não pode ser composto por diversos especialistas em apenas uma área específica. E deve contar com uma boa consultoria na orquestração desse ambiente.


Devido a preocupações com aplicações de missão crítica, LGPD, etc. as companhias ainda devem executar algumas operações localmente, enquanto alguns aplicativos menos críticos rodam na nuvem. 


O gestor de TI terá a difícil missão de equilibrar a eficiência de seus serviços e novas tecnologias com a redução de custos. 


O artigo “The Future of Enterprise Data Centers — What’s Next” publicado pela Gartner, em 2019, parte da ideia de que em 2025 o número de micro data centers irão quadruplicar, devido ao avanço de tecnologias como 5g, novas baterias e diversos avanços de softwares.


Também é possível observar que em 2025 os data centers terão cinco vezes mais capacidade computacional por metro quadrado que hoje.


Tendo isso em mente, o gestor de TI moderno deve procurar qualificações para acompanhar essa tendência de  mercado e se manter atualizado.


A importância da TI nos processos produtivos das organizações é uma realidade empresarial. Para se ter uma ideia, até 2020, o Gartner indica que uma mudança maciça para serviços de infraestrutura híbridos estará em andamento.

Ele ainda prevê que as empresas gastarão aproximadamente a mesma quantia de dinheiro em serviços de infraestrutura em nuvem, hospedagem e infraestrutura tradicional.


A realidade atual mostra também que as organizações buscam agilidade, flexibilidade e não aceitam o esforço e despesas de manter data centers locais sob medida. Por essa razão, boa parte das organizações encontram na estrutura híbrida a melhor forma de alcançar o crescimento sustentável do negócio através da tecnologia.

O que é uma infraestrutura híbrida e por que sua empresa precisa dela?

Uma infraestrutura híbrida basicamente é composta por uma combinação de data centers locais (On Premise), nuvens privadas e/ou públicas.

Os sistemas e aplicativos corporativos podem ser implantados em qualquer um desses ambientes, dependendo da necessidade comercial estratégica, dos requisitos táticos e do resultado necessário.

Uma organização pode querer, por exemplo, economizar custos movendo a maioria de seus processos de negócios para a nuvem ou uma infraestrutura de nuvem híbrida.

Já outra com uma força de trabalho em rápida expansão pode implementar uma solução de gerenciamento de funcionários baseada em nuvem, que será alimentada por dados armazenados em sistemas legados.

Ou ainda, uma empresa pode reconhecer que precisa disponibilizar certos aplicativos para os funcionários acessarem em seus dispositivos móveis. Nesses cenários, torna-se importante pensar em como gerenciar sistemas e aplicativos em um ambiente híbrido.

Apesar do avanço da nuvem, um ambiente híbrido é a realidade para muitas empresas

O crescimento da computação em nuvem fez surgir grandes empresas com foco tecnológico. As startups, por exemplo, já surgem no mercado com uma infraestrutura 100% em nuvem.

Entretanto, é quase impossível para a maioria das organizações de médio a grande porte ter todos os seus sistemas implantados em uma nuvem pública, ao mesmo tempo em que é muito raro que elas existam inteiramente em um ambiente On Premises.

A ascensão e crescimento das melhores aplicações de SaaS mostra que mesmo as organizações mais tradicionais adotam parte de sua estrutura de TI na nuvem. Logo, a realidade para a maioria das empresas é que precisa haver uma infraestrutura híbrida.

Dado o papel da integração corporativa em fazer todos esses sistemas funcionarem juntos, qualquer solução de integração que uma empresa adote terá que projetar uma infraestrutura híbrida para funcionar em todos esses ambientes.

A arquitetura de uma infraestrutura de TI híbrida requer estratégia

Um fracasso em projetar e se comprometer com um plano de longo prazo é a maior razão pela qual as infraestruturas de TI híbridas falham. Erros no alinhamento dos negócios, como a falta de consideração de custo e investimento, também contribuem para essa questão.

Outras causas incluem uma lacuna de habilidades no gerenciamento de projetos híbridos, escolhas insatisfatórias para tecnologias de terceiros e modelos de segurança e governança deficientes.

Na nossa atuação como IT Advisor, por exemplo, nós definimos uma estrutura de pelo menos quatro componentes principais para orientar um projeto de infraestrutura de TI híbrida: alinhamento de negócios e TI, uma política de segurança, uma cadeia de suprimento de produtos de TI e gerenciamento de serviços híbridos.

• O alinhamento com a estratégia de negócios

Exige que a TI transforme as metas de negócios em serviços, casos de uso e experiências. Se a empresa está tentando competir usando custos baixos, por exemplo, a TI precisa descobrir como ser mais eficiente. Nesse caso, um produto com recursos mais completos pode não valer o investimento. Nesse foco temos nosso projeto de Transformação Tecnológica.

• Uma política de segurança

Consiste basicamente em questões de segurança, cultura organizacional e governança. A TI híbrida deve considerar as políticas que existem fora do departamento de TI. Nesse foco, construimos um projeto de Ambiente Seguro.

• A cadeia de fornecimento de produtos de TI

Deve estar disponível e incluir tecnologia externa, como SaaS, plataforma como serviço e nuvem pública, e tecnologia On Premises, como nuvens e infraestruturas privadas. Escolher a oferta correta no momento certo é essencial. Nesse foco, estabelecemos parcerias com os maiores players do mercado: Microsoft (Office 365, Azure) e IBM(Cloud).

• As operações híbridas de TI

Unindo esses componentes em um fluxo de trabalho organizado. A Nuvem híbrida se estende por uma rede complexa de tecnologia no local e serviços de terceiros, portanto, solucionar problemas em sua origem exige um entendimento completo de como as funções se integram.

As consequências de uma infraestrutura mal projetada vão muito além da equipe de TI. Cada decisão deve alinhar-se com as metas de negócio e cada membro da equipe deve ter um lugar nessa estratégia.

Se as perguntas ainda não têm respostas na decisão de crescimento de sua empresa, entre em contato com nossos especialistas para tirar suas dúvidas e iniciar o quanto antes seu projeto de migração para uma infraestrutura de TI eficiente, que otimiza seus investimentos, amplia a produtividade do seu time e projeta sua organização para o futuro.


Somos especializados em otimizar e atender a necessidade do seu negócio. Garantimos a continuidade de suas operações, fornecendo soluções avançadas de infraestrutura para ambientes de missão crítica com inovação, excelência e qualidade no serviço.


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